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Credivertentes
     

03/07/2019
Sicoob Credivertentes empossa Conselho Fiscal

Atuação dos conselheiros eleitos em Assembleia segue até 2022

O Sicoob Credivertentes conta agora com um novo Conselho Fiscal. O grupo, formado por seis integrantes entre efetivos e suplentes, foi eleito durante a Assembleia Geral da casa, realizada em abril, e assumiu gestão que se estende até 2022. “Firmamos um compromisso pelo bem-comum. Somos associados, parte essencial de uma cooperativa que é a base das nossas finanças, dos nossos negócios, da nossa vida econômica. Se ela anda bem, todos nós e nossas comunidades também o fazem”, explicou o coordenador da equipe, Cristiano de Almeida, durante a Cerimônia de Posse ocorrida em São Tiago.

Ainda segundo ele, o norte das ações para os próximos três anos envolve, essencialmente, comunicação aberta, transparência e aperfeiçoamento constante. Algo também lembrado pelo presidente do Conselho de Administração e membro-fundador da instituição creditícia, João Pinto de Oliveira: “Essas são as bases não apenas de nossa história, que ultrapassa as três décadas, mas do próprio cooperativismo em sua essência, um regime organizado de cogestão, autoajuda e autoproteção. Um sistema com forte inspiração e motivação comunitária, democrático, de minimização dos problemas coletivos com soluções sustentáveis”.

 

O Conselho

Estrutura importante na Política Institucional de Governança Corporativa do Sicoob Credivertentes, o novo Conselho Fiscal foi homologado pelo Banco Central em 6 de junho. Além disso, é formado por Cristiano de Almeida, Cristóvão Avelar e Luís Cláudio dos Reis. Como suplentes foram empossados, Danilo Paiva, Henrique Santos e Luís Gustavo de Resende.

Os empreendedores e associados residem em São Tiago, Conceição da Barra de Minas e Barbacena, três das 18 comunidades com agências físicas da cooperativa no Campo das Vertentes e na capital mineira, Belo Horizonte.

 

Pra que serve o Conselho Fiscal?

Sempre que números do Sicoob Credivertentes são apresentados lá está ele: o parecer do Conselho Fiscal, atestando a conformidade das ações e das atividades da cooperativa. Ou seja: dos balanços à distribuição de sobras anualmente, toda a matemática institucional é checada, analisada e avaliada pelo grupo, eleito democraticamente a cada triênio.

“A nossa função é fiscalizar os processos administrativos. Para isso, visitamos agências, acessamos documentos, matemos comunicações diretas com o Conselho Administrativo, a Diretoria, os Controles Internos. Em cada atividade, nos reunimos para discutir os dados e elaborar relatórios. Isso não significa, porém, que nossa atuação se restrinja a essa questão burocrática. Estamos sempre atentos, também, às demandas e experiências de colaboradores e dos próprios associados. Essas conversas são essenciais”, explica Almeida.

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